AJCI | RSE - Campanhas Permanentes de Responsabilidade Socioambiental Empresarial

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"Os mais altos céus pertencem ao Senhor, mas a terra, Ele a confiou ao homem." Salmos 115:16
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terça-feira, 3 de novembro de 2015

Diga NÃO às Drogas

CAMPANHA
Prevenção Contra o Uso de Drogas
Contra a Descriminalização do Porte e Uso de Drogas
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Coleta Seletiva - Cada Cor Em Seu Lugar!

O Blog AJ Consultoria Imobiliária preocupa-se com a questão da sustentabilidade e faz campanha permanente de conscientização sobre Responsabilidade Socioambiental.

A coleta seletiva é uma ação que deve ter a atenção de todos. Na imagem, as cores correspondentes a cada tipo de lixo e sua destinação.


sábado, 31 de outubro de 2015

As Faces das Drogas

Imagens do Antes e Depois de Usuários de Drogas

O vídeo abaixo, do site norte-americano Rehabs traz imagens do antes e depois de usuários de drogas para alertar sobre os efeitos devastadores do uso de entorpecentes. A página mostra imagens da drástica transformação de pessoas que ficaram viciadas em cocaína e heroína, como a mudança na pele, a subnutrição devido aos longos períodos sem comer e os dentes mal cuidados.
A questão principal não é a aparência externa, esta é só um reflexo das condições internas dos indivíduos que sofrem as consequências dos efeitos das drogas no organismo.

AJ Consultoria Imobiliária alerta para o perigo do consumo de drogas e está em permanente campanha de conscientização contra o uso e descriminalização das drogas.

Diga NÃO Às Drogas

Assista o vídeo de Rehabs.


quinta-feira, 15 de outubro de 2015

RSE - RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL EMPRESARIAL

Notícias, Dicas e Incentivo a Ações de Responsabilidade Socioambiental Empresarial
Publicação institucional, sempre afixada no topo.

Pense nisso antes de imprimir!

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Dengue mata! Mobilize sua família e seus vizinhos!

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Fique alerta aos sintomas da dengue

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Asfalto Borracha*

Por Autossustentavel*

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A adição de pó de borracha extraído de pneus velhos ao ligante asfáltico aumenta a durabilidade do pavimento em até 40% e começa a se popularizar entre as concessionárias de rodovias brasileiras.

O asfalto-borracha ou asfalto-ecológico pode até parecer uma novidade em pavimentação, mas não é. Usado nos Estados Unidos há mais de 40 anos, ele só começou a ser visto no Brasil por volta do ano 2000, depois que a patente que protegia a tecnologia venceu. Foi o start para que a adição do pó extraído de pneus usados ao ligante asfáltico se tornasse praticável. Os números são incertos, mas pesquisadores chegam a dizer que há atualmente mais de 8 mil km de estradas pavimentadas com asfalto-borracha no Brasil. O número é pequeno diante de uma malha asfáltica de 170 mil km, mas a popularização é crescente entre as grandes concessionárias de rodovias: 22% das estradas administradas pelo Grupo EcoRodovias já possuem pavimentação com asfalto-borracha (o equivalente a 1,5 mil km) e o grupo CCR, outro gigante do setor, possui pavimentação do tipo em 15% de suas rodovias.

O asfalto-borracha foi aplicado pela ECOVIAS em 30 km da Serra da via Anchieta (do km 10 ao km 40), A ECOVIAS foi a primeira concessionária de rodovias do mundo a obter o Certificado de Gestão Ambiental ISO 14001 e dispensa especial atenção às questões ambientais.

Na pavimentação de 1 km de rodovias com asfalto-borracha, a Ecovias reutiliza 600 pneus e o Univias, 1.000. Para isso é usado pó de borracha - extraído do pneu por empresas especializadas, que fazem com que o material se torne novamente útil como matéria-prima na indústria da borracha. Ao ser quimicamente adicionado ao cimento asfáltico de petróleo (CAP), o composto resultante dessa extração dá ao asfalto as características que pertenciam ao pneu, como a capacidade de não perder as características funcionais por causa da variação de temperatura ou intempéries, e as vantagens de aumentar a estabilidade e prolongar a vida útil do pavimento.

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Vantagens ambientais

Criado em 1960 pelo norte-americano Charles MacDonald, o asfalto-borracha cobre hoje aproximadamente 70% da malha rodoviária do Arizona. Também está presente nos Estados da Califórnia, Flórida e Texas. Fora dos Estados Unidos, a tecnologia pode ser vista na África do Sul e em Portugal, além do Brasil.

O uso de pneus descartados (que no Brasil chegam a 30 milhões por ano) na produção de asfalto leva a uma economia de:
  • Petróleo (R$ 14 milhões/1.000 km em asfaltos);
  • Pedras (R$ 26 milhões/1.000 km);
  • Energia (R$ 10 milhões/1.000 km em transporte);
  • Tempo de viagens (25 milhões veículos/ano);
  • Aterros sanitários (R$ 8 milhões/1.000 km).

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Jardins Verticais e Compensação Ambiental, Uma Ideia Viável

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Jardins Verticais em São Paulo (SP) serão pagos por empresas em compensação aos impactos ambientais gerados por obras e serviços.

Além do belo efeito estético, o jardim pode reduzir até 30% da poluição em seu entorno, diminuir drasticamente a temperatura interna dos edifícios em até 7º C, diminuir o efeito ilha de calor, diminuir a redução de ruídos externos, entre outros benefícios.

Assista o vídeo de Bike é Legal, com Renata Falzoni.


sábado, 18 de julho de 2015

Shopping na Rússia utiliza holograma em campanha de conscientização do uso de vagas destinadas a PNE's*

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Vagas de estacionamento para pessoas com necessidades especiais só são úteis se outros motoristas resistirem à tentação de usá-las. Em um shopping da Rússia, a organização sem fins lucrativos Dislife está usando projeções de pessoas com deficiência reais para afastar as pessoas que tentam estacionar nas vagas reservadas aos PNE's (Portadores de Necessidades Especiais) indevidamente.

O sistema usa uma câmera que pode detectar um adesivo especial no pára-brisa do carro de quem tem limitação física. Se algum motorista que não tiver o adesivo no pára-brisa do carro e estiver tentando estacionar na vaga destinada a PNE's, aparecerá um holograma confrontando o motorista. A imagem é projetada em uma fina tela de vapor d'água, inicialmente invisível aos olhos do público. Quando o sistema detecta um infrator, uma projeção aparece na forma de um indivíduo em uma cadeira de rodas e diz:
- Pare! O que você está fazendo? Eu não sou apenas um sinal no chão. Não finja que eu não existo!
Assista o vídeo da campanha.


terça-feira, 14 de julho de 2015

Holanda planeja pavimentar suas estradas com plástico reciclado*

Muito mais eficiente do que o bom e velho asfalto.
David Nield*

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Pavimentação de estradas pode não ser a primeira destinação que venha à mente para garrafas plásticas recicladas, mas a construtora VolkerWessels tem planos de usar o material para um projeto-piloto na cidade de Rotterdam, na Holanda. Embora, no momento, a ideia ainda esteja em fase conceitual, a empresa diz que ​​estradas ambientalmente amigáveis poderão ser realidade dentro de três anos.

Há muitos benefícios ao usar plástico reciclado em vez de asfalto para pavimentação rodoviária: a produção do material terá um impacto ambiental muito menor; maior durabilidade; exige menos manutenção; e resistência a temperaturas extremas. A solução da pavimentação com plástico será de colocação mais rápida também, segundo a VolkerWessels, A estrada será oca, deixando espaço para cabos de energia e de serviços públicos.

Enquanto asfalto usa alguns materiais reciclados - incluindo pneus usados, vidro e escória de alto forno - mistura essa que, estima-se, é responsável pela emissão de 1.450.000 toneladas de dióxido de carbono por ano e de 2% de todas as emissões do transporte rodoviário.

A superfície de plástico reciclado, por sua vez, pode ser construída fora do local e, em seguida, entregue onde quer que seja necessário - o que significa menos tempo construindo estradas e menor impacto sobre o meio ambiente, além da economia em transporte de matérias-primas . Mais abaixo da linha da superfície, poderá ser desenvolvido para oferecer uma unidade ultra-silencioso ou até mesmo de aquecimento integrado (sem dúvida útil durante uma tempestade de neve). Rolf Mars, da VolkerWessels disse ao The Guardian:

"Ainda é uma ideia no papel, no momento. A próxima etapa é construir e testar em um laboratório para se certificar de que é seguro em condições molhadas e escorregadias e assim por diante. Estamos à procura de parceiros que queiram colaborar em um projeto piloto, bem como de fabricantes na indústria de plásticos. Nós estamos pensando no setor de reciclagem, universidades e outras instituições de conhecimento."

"Rotterdam é uma cidade muito inovadora e abraçou a ideia, que se encaixa muito bem dentro de sua política de sustentabilidade e está disposta a trabalhar em um projeto piloto", acrescentou Mars. 

Roterdam planeja tornar-se a cidade portuária mais sustentável do mundo e apresenta uma série de iniciativas ambientais, tanto no âmbito doméstico como no empresarial. Há um programa de telhado verde, por exemplo, que absorve água durante chuvas fortes, bem como um plano para um parque de maré que vai melhorar a ecologia do delta do rio Rhine-Meuse-Scheldt e fornecer proteção extra para limites da cidade.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Inaugurado 2º parklet em Goiânia*

Foi inaugurado hoje o segundo Parklet de Goiânia, instalado no estacionamento da Praça Adélia Martins, na Avenida 137, Setor Marista.

O Parklet mantém o conceito da primeira plataforma móvel para estímulo à convivência instalada na cidade, junto à calçada da Rua Mário Bittar, em frente a Casa Cor 2015. Há previsão para a construção do terceiro Parklet de Goiânia ainda este mês.

Com dez metros de comprimento e 2,2 metros de largura, o novo Parklet dispõe de um conjunto com mesas, bancos e poltronas, floreira, espreguiçadeira, estacionamento de bicicletas, biblioteca e estação para que dispositivos como tablets e celulares sejam carregados. Na unidade também foi colocado um painel com informações em tempo real sobre o transporte coletivo, como horário dos ônibus. A prefeitura pretende instalar 30 Parklets este ano.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Energia Solar em Goiânia, Goiás*

Portal Solar*

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A irradiação solar em Goiânia (GO) é excelente! 

Goiânia fica no que chamamos de “cinturão do Sol”, ou seja, faz parte de uma das regiões com o melhor potencial para geração de energia solar no Brasil.

Os valores máximos de irradiação solar, no Atlas Brasileiro de Energia Solar, são observados a oeste da região Nordestina, incluindo parcialmente o norte de Minas Gerais, nordeste de Goiás e o sul de Tocantins.

O sol brilha a maior parte do ano nesta região, um sistema de energia solar em Goiânia custa a mesma coisa que em qualquer outro lugar do Brasil, mas gera mais energia elétrica pois existe mais disponibilidade de radiação solar. Em outras palavras a energia solar fotovoltaica em Goiânia é uma excelente alternativa para reduzir a sua conta de Luz!

Preço da energia solar residencial em Goiânia (GO)

O preço da energia solar em Goiânia é, em média, o mesmo que em qualquer outro lugar no Brasil. Veja abaixo os preços médios da energia solar levantados em Junho de 2015:
  • Casa pequena, até 2 pessoas = Sistema de 1.5Kwp custa de R$ 12.000 a R$ 18.000;
  • Casa pequena, até 3 pessoas = Sistema de 2Kwp custa de R$ 16.000 a R$ 24.000;
  • Casa média, até 4 pessoas = Sistema de 3Kwp custa R$ 25.000 a R$ 35.000;
  • Casa grande, 4 a 5 pessoas = Sistema de 4Kwp custa de R$ 32.000 a R$ 45.000;
  • Casa grande, 5 pessoas = Sistema de 5Kwp custa de R$ 47.000 a R$ 55.000;
  • Mansões, mais de 5 pessoas = Sistemas de até 10Kwp custam de R$ 75.000 a R$ 100.000.


Preço da energia solar para empresas em Goiânia (GO)

O preço da energia solar em Goiânia para comércios e indústrias vai variar muito de acordo com o consumo de energia elétrica da empresa, em média, os preços são os abaixo de acordo com a potência do gerador solar fotovoltaico a ser adquirido:
  • 100kWp: R$ 650.000 – R$ 900.000;
  • 500kWp: R$ R$3Mi – R$3.5Mi;
  • 1MWp: R$ 6Mi – R$ 7Mi.
Importante: Esses preços são indicativos, como a maioria dos componentes hoje ainda são importados, o dólar é um fator que impacta diretamente no custo de um sistema de energia solar em Goiânia - GO. Outros fatores que afetam os preços da energia solar são a dificuldade da instalação e os tipos de painéis solares e inversores grid-tie que serão usados no gerador fotovoltaico.

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A energia solar é economicamente viável em Goiânia (GO)

Com os preços atuais da energia elétrica em Goiânia, a energia solar está cada vez mais se tornando uma excelente opção para reduzir a sua conta de Luz e se livrar das bandeiras tarifárias que aumentam a nossa conta de acordo com o nível dos reservatórios das hidrelétricas.

Sim, o investimento é alto, mas custa menos que um carro e, ao contrário de um carro que só vai gastar o seu dinheiro e desvalorizar, a energia solar irá valorizar o seu imóvel, mostrar o seu comprometimento com o meio ambiente e reduzir em até 90% a sua conta de Luz para sempre! Isso mesmo, um sistema de energia solar em Goiânia, se bem cuidado e bem feito, vai durar mais que 25 anos e a manutenção é mínima!

A manutenção de um sistema de energia solar em Goiânia (GO)

A empresa de energia solar que vai fazer a venda e a instalação de seu gerador de energia solar fotovoltaica vai lhe explicar qual é a manutenção preventiva, mas basicamente a parte que lhe compete é duas vezes ao ano passar um pano nos painéis para manter o mesmo nível de geração de energia. A sujeira no painel de energia solar diminui um pouco a produção de energia solar fotovoltaica. Se chover de vez em quando isso muito provavelmente será o suficiente para manter as suas placas solares fotovoltaicas limpas.

Leis de incentivo a energia solar em Goiânia (GO)

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Ponte holandesa possui área verde, iluminação LED, wi-fi e energia solar*

eCycle*

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Os habitantes de Hertogenbosch, na Holanda, podem usufruir desde o dia 9 de maio a Paleisbrug Palace Bridge, cujo objetivo é aumentar a área verde e promover o compartilhamento do espaço público entre pedestres e ciclistas.

A estrutura é uma ponte elevada que faz a conexão do centro antigo da cidade ao bairro de Paleiskwartier. O equipamento possui área verde, pisos aquecidos, bancos, wi-fi e iluminação LED.

Projetada pelo escritório de arquitetura Benthem Crouwel Architects, a ponte possui 250 metros de comprimento, com uma área total de 2,5 mil metros quadrados. A estrutura foi construída com aço resistente à corrosão atmosférica, que garante pelo menos 100 anos de vida, sem necessidades de reparos.

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A ponte é dotada ainda de sistema de captação de energia solar, que também deve contribuir para preservar o espaço, uma vez que essa energia será utilizada para derreter o gelo durante o inverno. Assim, não será necessário o uso do sal para o derretimento, prática que poderia degradar o aço da estrutura.

Realizada para garantir conforto, funcionalidade, segurança e mobilidade aos moradores, a ponte conecta dois pontos da cidade e também torna mais segura a travessia sobre os trilhos do trem. O local convida as pessoas a sentarem nos bancos, relaxar, apreciar a paisagem, as plantas e flores espalhadas pela ponte. Durante a noite, para diminuir o consumo de energia elétrica, é utilizada a iluminação LED.


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sábado, 9 de maio de 2015

Goiânia ganha primeiro Parklet*

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O primeiro Parklet de Goiânia está instalado na Rua Mario Bittar, Qd. H-21, Lts. 08/28, no Setor Marista, e fica por lá até o dia 24 de junho. Planejado e construído pelo Stúdio Sobreurbana, o ambiente objetiva humanizar e democratizar o uso do espaço público. A meta da Prefeitura de Goiânia ao regulamentar a implantação dos Parklets, através do decreto de nº 791 em março deste ano, é também de criar áreas de convivência social e interação entre as pessoas em locais que até então eram utilizados como estacionamento de veículos. Modelo foi criado em São Francisco, Estados Unidos.

A regulamentação dos Parklets estabelece que esses ambientes, geridos pela iniciativa privada, tenham placas que atestem o caráter público e que informem sobre vedação à utilização exclusiva deles, inclusive pelo mantenedor do espaço de convivência. O poder público municipal também proíbe, de forma expressa, atividades comerciais dentro desses locais.

O primeiro Parklet da capital usa materiais que podem ser reutilizados, como por exemplo, o pallet e a madeira de reflorestamento. De acordo com a arquiteta responsável pela criação do projeto, Carol Faria, o Parklet “resgata espaço público e prioriza o pedestre, proporcionando mais opção de convívio social e lazer para os goianienses”.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Consumo de aparelhos em Stand By em um ano*

Computador
  •  Consumo = 310,0 Kw/h  
  •  Gasto = R$ 93,30 

DVD
  •  Consumo = 78,8 Kw/h 
  •  Gasto = R$ 10,50 

Monitor LCD
  •  Consumo = 22,8 Kw/h 
  •  Gasto = R$ 6,84 

Rádio
  •  Consumo = 13,01 Kw/h 
  •  Gasto = R$ 3,93 

Telefone Sem Fio
  •  Consumo = 28,9 Kw/h 
  •  Gasto = R$ 8,67 

TV de Plasma
  •  Consumo = 1.452,4 Kw/h 
  •  Gasto = R$ 435,72 

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Moradora do Rio de Janeiro conquista selo por implantar energia solar em casa*

Eco D*

"Minha casa até virou referência em sustentabilidade
aqui no condomínio", comemora Isabelle.

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A moradora de uma casa no bairro Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro, é a terceira da capital fluminense a receber o Selo Solar por conta da instalação de um sistema fotovoltaico. A certificação do Instituto para o Desenvolvimento de Energias Alternativas na América Latina (Ideal) é um reconhecimento para proprietários de residências e empresas do país que adotam a eletricidade proveniente do sol.

O Selo foi conferido para a arquiteta Isabelle de Loys, que fez da própria casa um bom exemplo para os cursos e consultorias que realiza. Com o sistema de 2kW de potência (que opera desde junho de 2013), praticamente toda a energia consumida na casa vem da fonte fotovoltaica.

“Minha casa até virou referência em sustentabilidade aqui no condomínio e ainda valorizou uns 20%”, contou Isabelle à revista Isto É. A economia mensal chega perto dos 50%, isso apesar de sua residência abrigar uma sauna e um escritório.

A instalação mereceu o primeiro Selo Solar de 2014, terceiro do Rio de Janeiro. Já foram certificados, no ano passado, uma casa em Santa Teresa e uma em São Conrado. A lista coloca o Rio de Janeiro em segundo lugar na quantidade de selos no país, junto com a Bahia. A liderança está com Mato Grosso do Sul, que recebeu sete certificações em 2013.

O selo

O Selo Solar foi criado em 2012, como um reconhecimento para instituições públicas e privadas, além de proprietários de edificações que consomem um valor mínimo anual de eletricidade solar ou que têm pelo menos 50% do seu consumo de eletricidade vinda do sol.

A certificação é uma iniciativa do Instituto Ideal e da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), com o apoio da Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável por meio da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH e do Banco Alemão de Desenvolvimento (KfW).

Como instalar?

Aqui no Brasil a energia solar ainda é menos competitiva do que a eólica (oriunda dos ventos), por exemplo, devido a fatores como a falta de incentivos governamentais consistentes e ausência de fabricantes dos painéis fotovoltaicos, que convertem a energia do sol em eletricidade.

Como funciona hoje:
  1. O consumidor investe entre R$ 15 mil e R$ 20 mil para adquirir os painéis fotovoltaicos (comprados junto a empresas especializadas);
  2. Ele solicita um medidor digital da concessionária local (de seu estado) para produzir a própria energia, reduzindo os custos na conta de luz. Tais medidores custam entre R$ 200 e R$ 300;
  3. Uma vez instalado o medidor, a geração de energia passa a ser absorvida pela rede elétrica, em um sistema de compensação. A conta de luz vai indicar o quanto de eletricidade foi usado a partir da energia solar e a porção relacionada a fonte convencional (hidrelétrica). O excedente, que foi economizado, vira crédito para os meses seguintes;
  4. Hoje, todos os equipamentos para a produção de energia solar são importados.
  5. O retorno do investimento depende da incidência da insolação para atender ao domicílio e pode vir após três a oito anos.

A Lei da Mobilidade Urbana*

Roberta Dias Sisson Santos*


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Em 2012 o Brasil aprovou a Lei da Mobilidade Urbana (Lei n° 12.587, de 03 de janeiro de 2012). Essa lei, que tramitou no congresso durante 17 anos, institui as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana, instrumento da política de desenvolvimento urbano que consta na Constituição Federal Brasileira. A finalidade é contribuir para o acesso universal à cidade, o fomento e a efetivação de condições que colaborem para a execução dos seus princípios, objetivos e diretrizes, através do planejamento e da gestão democrática do Sistema Nacional de Mobilidade Urbana. Para efeitos práticos da lei, mobilidade urbana é a condição em que se realizam os deslocamentos de pessoas e cargas no espaço urbano.

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Os princípios da Política Nacional de Mobilidade Urbana a serem considerados são: a acessibilidade universal; o desenvolvimento sustentável das cidades, nas dimensões socioeconômicas e ambientais; a equidade no acesso dos cidadãos ao transporte público coletivo; a eficiência, eficácia e efetividade na prestação dos serviços de transporte urbano; a gestão democrática e controle social do planejamento e avaliação da Política Nacional de Mobilidade Urbana; a segurança nos deslocamentos das pessoas; a justa distribuição dos benefícios e ônus decorrentes do uso dos diferentes modos e serviços; a equidade no uso do espaço público de circulação, vias e logradouros e a eficiência, eficácia e efetividade na circulação urbana.

As diretrizes que orientam a política são: a integração com a política de desenvolvimento urbano e as respectivas políticas setoriais de habitação, saneamento básico, planejamento e gestão do uso do solo no âmbito dos entes federativos; a prioridade dos modos de transportes não motorizados sobre os motorizados e dos serviços de transporte público coletivo sobre o transporte individual motorizado; a integração entre os modos e serviços de transporte urbano; a mitigação dos custos ambientais, sociais e econômicos dos deslocamentos de pessoas e cargas na cidade; o incentivo ao desenvolvimento científico-tencológico e ao uso de energias renováveis e menos poluentes; a priorização de projetos de transporte público coletivo estruturadores do território e indutores do desenvolvimento urbano integrado e a integração entre as cidades gêmeas localizadas na faixa de fronteira com outros países sobre a linha divisória internacional.

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Como objetivos mais importantes, temos a redução das desigualdades e a promoção da inclusão social; a promoção e o acesso aos serviços básicos e equipamentos sociais; a proporcionalização da melhoria nas condições urbanas da população no que se refere à acessibilidade e à mobilidade; a promoção do desenvolvimento sustentável com a mitigação dos custos ambientais e socioeconômicos dos deslocamentos de pessoas e cargas nas cidades e a consolidação da gestão democrática como instrumento e garantia da construção contínua do aprimoramento da mobilidade urbana.

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O trânsito das grandes cidades será o maior beneficiado, visto que a Lei estimula a ampla utilização dos transportes públicos e dos não-motorizados como bandeira para o progresso da mobilidade urbana. Em contrapartida, o desestímulo ao uso do automóvel particular, inclusive com restrições à sua circulação, deverá aparecer nos planos. Com transporte público urbano de qualidade, seria bom mesmo aposentarmos o carro com foco, inclusive, na diminuição da emissão de gases de efeito estufa.

Assim como muitas políticas urbanas, esta será mais uma lei participativa, já que é, segundo ela mesma, direito dos usuários (assim como dever dos próprios municípios) participarem do planejamento, da fiscalização e da avaliação da política local de mobilidade urbana, por meio de audiências e consultas públicas. Os municípios integrarão à sua Política Local de Mobilidade Urbana os Planos Plurianuais, as Leis de Diretrizes Orçamentárias, seu Plano Diretor, sua Política Habitacional, entre outras. Haverá, então, integração entre a Lei de Mobilidade Urbana e outras leis, numa clara relação de interdependência. As políticas públicas, mais do que nunca, deverão ser estudadas, pensadas, articuladas globalmente, para que sejam efetivas. O município, mais uma vez, ganha o highlight numa política desta magnitude.

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Inicialmente, como no Plano Diretor, a obrigatoriedade de aprovação de um Plano de Mobilidade Urbana é para os municípios com mais de 20.000 (vinte mil) habitantes e sua sistemática de avaliação, revisão e atualização periódica, no máximo, a cada 10 anos. Antes, apenas os municípios com mais de 500 mil habitantes tinham tal obrigatoriedade. Assim como nos planos Diretores, foi dado um prazo de três anos aos municípios, da vigência da 12.587, para a elaboração do Plano de Mobilidade Urbana, caso contrário o município fica impedido de receber recursos orçamentários federais destinados à mobilidade urbana até que atendam a exigência.

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Com tudo isto, vemos que a lei preocupou-se em ser de mobilidade urbana, ambiental, acessível, social. É o futuro... Mas não esqueçamos que 2015 bate à porta. O futuro é agora!

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Posted by Ana Mônica Jaremenko - AJCI Corretora e Avaliadora Consultoria Imobiliária on Terça, 3 de novembro de 2015