AJCI | RSE - Campanhas Permanentes de Responsabilidade Socioambiental Empresarial

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"Os mais altos céus pertencem ao Senhor, mas a terra, Ele a confiou ao homem." Salmos 115:16
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sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Pesquisa propõe aproveitamento da lama de rejeitos da mineração*

Danielle Campez

O Grupo de Pesquisas RECICLOS-CNPq da Ufop vem desenvolvendo nos últimos anos, diversos trabalhos relacionados aos rejeitos da mineração e a utilização da lama. Essas pesquisas apontam para alternativas que poderiam contribuir para a minimização dos impactos ambientais bem como redução dos riscos potenciais das barragens de rejeitos de minério de ferro.

Segundo o coordenador do projeto, Prof. Ricardo Fiorotti, trata-se basicamente de “soprar” a lama e separar os materiais nela existentes - tanto o material bruto quanto o material processado. Esse processo possibilita a incorporação de até 80% da lama no lugar de areia na produção de materiais para a construção civil. Os novos produtos são eficientes também do ponto de vista da utilização. O projeto já produziu concreto, argamassa, tijolos e bloco de pavimentação (foto). “Todas essas produções são idênticas ao convencional. A única diferença está na cor, que é avermelhada”, explica o professor. 

Foto 1

Foto 2
Separação dos materiais dos rejeitos de minério (foto 1) e produção de
blocos de concreto a partir da lama (foto 2), ao lado de um bloco convencional.
Divulgação RECICLOS-CNPq.

Com essas pesquisas, a equipe vê uma forma de contribuir com a minimização dos impactos das barragens de rejeitos da mineração e se coloca à disposição para oferecer o serviço de forma gratuita. A ideia é encontrar uma oportunidade de transformar a lama em uma atividade econômica. “Nós não queremos nenhum financiamento. A intenção é beneficiar a sociedade, propondo soluções. Muito é possível se fazer com esses rejeitos”, explica Fiorotti.

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

RSE - RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL EMPRESARIAL

Notícias, Dicas e Incentivo a Ações de Responsabilidade Socioambiental Empresarial
Publicação institucional, sempre afixada no topo.

Pense nisso antes de imprimir!

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Asfalto Borracha*

Por Autossustentavel*

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A adição de pó de borracha extraído de pneus velhos ao ligante asfáltico aumenta a durabilidade do pavimento em até 40% e começa a se popularizar entre as concessionárias de rodovias brasileiras.

O asfalto-borracha ou asfalto-ecológico pode até parecer uma novidade em pavimentação, mas não é. Usado nos Estados Unidos há mais de 40 anos, ele só começou a ser visto no Brasil por volta do ano 2000, depois que a patente que protegia a tecnologia venceu. Foi o start para que a adição do pó extraído de pneus usados ao ligante asfáltico se tornasse praticável. Os números são incertos, mas pesquisadores chegam a dizer que há atualmente mais de 8 mil km de estradas pavimentadas com asfalto-borracha no Brasil. O número é pequeno diante de uma malha asfáltica de 170 mil km, mas a popularização é crescente entre as grandes concessionárias de rodovias: 22% das estradas administradas pelo Grupo EcoRodovias já possuem pavimentação com asfalto-borracha (o equivalente a 1,5 mil km) e o grupo CCR, outro gigante do setor, possui pavimentação do tipo em 15% de suas rodovias.

O asfalto-borracha foi aplicado pela ECOVIAS em 30 km da Serra da via Anchieta (do km 10 ao km 40), A ECOVIAS foi a primeira concessionária de rodovias do mundo a obter o Certificado de Gestão Ambiental ISO 14001 e dispensa especial atenção às questões ambientais.

Na pavimentação de 1 km de rodovias com asfalto-borracha, a Ecovias reutiliza 600 pneus e o Univias, 1.000. Para isso é usado pó de borracha - extraído do pneu por empresas especializadas, que fazem com que o material se torne novamente útil como matéria-prima na indústria da borracha. Ao ser quimicamente adicionado ao cimento asfáltico de petróleo (CAP), o composto resultante dessa extração dá ao asfalto as características que pertenciam ao pneu, como a capacidade de não perder as características funcionais por causa da variação de temperatura ou intempéries, e as vantagens de aumentar a estabilidade e prolongar a vida útil do pavimento.

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Vantagens ambientais

Criado em 1960 pelo norte-americano Charles MacDonald, o asfalto-borracha cobre hoje aproximadamente 70% da malha rodoviária do Arizona. Também está presente nos Estados da Califórnia, Flórida e Texas. Fora dos Estados Unidos, a tecnologia pode ser vista na África do Sul e em Portugal, além do Brasil.

O uso de pneus descartados (que no Brasil chegam a 30 milhões por ano) na produção de asfalto leva a uma economia de:
  • Petróleo (R$ 14 milhões/1.000 km em asfaltos);
  • Pedras (R$ 26 milhões/1.000 km);
  • Energia (R$ 10 milhões/1.000 km em transporte);
  • Tempo de viagens (25 milhões veículos/ano);
  • Aterros sanitários (R$ 8 milhões/1.000 km).

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Jardins Verticais e Compensação Ambiental, Uma Ideia Viável

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Jardins Verticais em São Paulo (SP) serão pagos por empresas em compensação aos impactos ambientais gerados por obras e serviços.

Além do belo efeito estético, o jardim pode reduzir até 30% da poluição em seu entorno, diminuir drasticamente a temperatura interna dos edifícios em até 7º C, diminuir o efeito ilha de calor, diminuir a redução de ruídos externos, entre outros benefícios.

Assista o vídeo de Bike é Legal, com Renata Falzoni.


terça-feira, 14 de julho de 2015

Holanda planeja pavimentar suas estradas com plástico reciclado*

Muito mais eficiente do que o bom e velho asfalto.
David Nield*

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Pavimentação de estradas pode não ser a primeira destinação que venha à mente para garrafas plásticas recicladas, mas a construtora VolkerWessels tem planos de usar o material para um projeto-piloto na cidade de Rotterdam, na Holanda. Embora, no momento, a ideia ainda esteja em fase conceitual, a empresa diz que ​​estradas ambientalmente amigáveis poderão ser realidade dentro de três anos.

Há muitos benefícios ao usar plástico reciclado em vez de asfalto para pavimentação rodoviária: a produção do material terá um impacto ambiental muito menor; maior durabilidade; exige menos manutenção; e resistência a temperaturas extremas. A solução da pavimentação com plástico será de colocação mais rápida também, segundo a VolkerWessels, A estrada será oca, deixando espaço para cabos de energia e de serviços públicos.

Enquanto asfalto usa alguns materiais reciclados - incluindo pneus usados, vidro e escória de alto forno - mistura essa que, estima-se, é responsável pela emissão de 1.450.000 toneladas de dióxido de carbono por ano e de 2% de todas as emissões do transporte rodoviário.

A superfície de plástico reciclado, por sua vez, pode ser construída fora do local e, em seguida, entregue onde quer que seja necessário - o que significa menos tempo construindo estradas e menor impacto sobre o meio ambiente, além da economia em transporte de matérias-primas . Mais abaixo da linha da superfície, poderá ser desenvolvido para oferecer uma unidade ultra-silencioso ou até mesmo de aquecimento integrado (sem dúvida útil durante uma tempestade de neve). Rolf Mars, da VolkerWessels disse ao The Guardian:

"Ainda é uma ideia no papel, no momento. A próxima etapa é construir e testar em um laboratório para se certificar de que é seguro em condições molhadas e escorregadias e assim por diante. Estamos à procura de parceiros que queiram colaborar em um projeto piloto, bem como de fabricantes na indústria de plásticos. Nós estamos pensando no setor de reciclagem, universidades e outras instituições de conhecimento."

"Rotterdam é uma cidade muito inovadora e abraçou a ideia, que se encaixa muito bem dentro de sua política de sustentabilidade e está disposta a trabalhar em um projeto piloto", acrescentou Mars. 

Roterdam planeja tornar-se a cidade portuária mais sustentável do mundo e apresenta uma série de iniciativas ambientais, tanto no âmbito doméstico como no empresarial. Há um programa de telhado verde, por exemplo, que absorve água durante chuvas fortes, bem como um plano para um parque de maré que vai melhorar a ecologia do delta do rio Rhine-Meuse-Scheldt e fornecer proteção extra para limites da cidade.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Inaugurado 2º parklet em Goiânia*

Foi inaugurado hoje o segundo Parklet de Goiânia, instalado no estacionamento da Praça Adélia Martins, na Avenida 137, Setor Marista.

O Parklet mantém o conceito da primeira plataforma móvel para estímulo à convivência instalada na cidade, junto à calçada da Rua Mário Bittar, em frente a Casa Cor 2015. Há previsão para a construção do terceiro Parklet de Goiânia ainda este mês.

Com dez metros de comprimento e 2,2 metros de largura, o novo Parklet dispõe de um conjunto com mesas, bancos e poltronas, floreira, espreguiçadeira, estacionamento de bicicletas, biblioteca e estação para que dispositivos como tablets e celulares sejam carregados. Na unidade também foi colocado um painel com informações em tempo real sobre o transporte coletivo, como horário dos ônibus. A prefeitura pretende instalar 30 Parklets este ano.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Energia Solar em Goiânia, Goiás*

Portal Solar*

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A irradiação solar em Goiânia (GO) é excelente! 

Goiânia fica no que chamamos de “cinturão do Sol”, ou seja, faz parte de uma das regiões com o melhor potencial para geração de energia solar no Brasil.

Os valores máximos de irradiação solar, no Atlas Brasileiro de Energia Solar, são observados a oeste da região Nordestina, incluindo parcialmente o norte de Minas Gerais, nordeste de Goiás e o sul de Tocantins.

O sol brilha a maior parte do ano nesta região, um sistema de energia solar em Goiânia custa a mesma coisa que em qualquer outro lugar do Brasil, mas gera mais energia elétrica pois existe mais disponibilidade de radiação solar. Em outras palavras a energia solar fotovoltaica em Goiânia é uma excelente alternativa para reduzir a sua conta de Luz!

Preço da energia solar residencial em Goiânia (GO)

O preço da energia solar em Goiânia é, em média, o mesmo que em qualquer outro lugar no Brasil. Veja abaixo os preços médios da energia solar levantados em Junho de 2015:
  • Casa pequena, até 2 pessoas = Sistema de 1.5Kwp custa de R$ 12.000 a R$ 18.000;
  • Casa pequena, até 3 pessoas = Sistema de 2Kwp custa de R$ 16.000 a R$ 24.000;
  • Casa média, até 4 pessoas = Sistema de 3Kwp custa R$ 25.000 a R$ 35.000;
  • Casa grande, 4 a 5 pessoas = Sistema de 4Kwp custa de R$ 32.000 a R$ 45.000;
  • Casa grande, 5 pessoas = Sistema de 5Kwp custa de R$ 47.000 a R$ 55.000;
  • Mansões, mais de 5 pessoas = Sistemas de até 10Kwp custam de R$ 75.000 a R$ 100.000.


Preço da energia solar para empresas em Goiânia (GO)

O preço da energia solar em Goiânia para comércios e indústrias vai variar muito de acordo com o consumo de energia elétrica da empresa, em média, os preços são os abaixo de acordo com a potência do gerador solar fotovoltaico a ser adquirido:
  • 100kWp: R$ 650.000 – R$ 900.000;
  • 500kWp: R$ R$3Mi – R$3.5Mi;
  • 1MWp: R$ 6Mi – R$ 7Mi.
Importante: Esses preços são indicativos, como a maioria dos componentes hoje ainda são importados, o dólar é um fator que impacta diretamente no custo de um sistema de energia solar em Goiânia - GO. Outros fatores que afetam os preços da energia solar são a dificuldade da instalação e os tipos de painéis solares e inversores grid-tie que serão usados no gerador fotovoltaico.

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A energia solar é economicamente viável em Goiânia (GO)

Com os preços atuais da energia elétrica em Goiânia, a energia solar está cada vez mais se tornando uma excelente opção para reduzir a sua conta de Luz e se livrar das bandeiras tarifárias que aumentam a nossa conta de acordo com o nível dos reservatórios das hidrelétricas.

Sim, o investimento é alto, mas custa menos que um carro e, ao contrário de um carro que só vai gastar o seu dinheiro e desvalorizar, a energia solar irá valorizar o seu imóvel, mostrar o seu comprometimento com o meio ambiente e reduzir em até 90% a sua conta de Luz para sempre! Isso mesmo, um sistema de energia solar em Goiânia, se bem cuidado e bem feito, vai durar mais que 25 anos e a manutenção é mínima!

A manutenção de um sistema de energia solar em Goiânia (GO)

A empresa de energia solar que vai fazer a venda e a instalação de seu gerador de energia solar fotovoltaica vai lhe explicar qual é a manutenção preventiva, mas basicamente a parte que lhe compete é duas vezes ao ano passar um pano nos painéis para manter o mesmo nível de geração de energia. A sujeira no painel de energia solar diminui um pouco a produção de energia solar fotovoltaica. Se chover de vez em quando isso muito provavelmente será o suficiente para manter as suas placas solares fotovoltaicas limpas.

Leis de incentivo a energia solar em Goiânia (GO)

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Ponte holandesa possui área verde, iluminação LED, wi-fi e energia solar*

eCycle*

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Os habitantes de Hertogenbosch, na Holanda, podem usufruir desde o dia 9 de maio a Paleisbrug Palace Bridge, cujo objetivo é aumentar a área verde e promover o compartilhamento do espaço público entre pedestres e ciclistas.

A estrutura é uma ponte elevada que faz a conexão do centro antigo da cidade ao bairro de Paleiskwartier. O equipamento possui área verde, pisos aquecidos, bancos, wi-fi e iluminação LED.

Projetada pelo escritório de arquitetura Benthem Crouwel Architects, a ponte possui 250 metros de comprimento, com uma área total de 2,5 mil metros quadrados. A estrutura foi construída com aço resistente à corrosão atmosférica, que garante pelo menos 100 anos de vida, sem necessidades de reparos.

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A ponte é dotada ainda de sistema de captação de energia solar, que também deve contribuir para preservar o espaço, uma vez que essa energia será utilizada para derreter o gelo durante o inverno. Assim, não será necessário o uso do sal para o derretimento, prática que poderia degradar o aço da estrutura.

Realizada para garantir conforto, funcionalidade, segurança e mobilidade aos moradores, a ponte conecta dois pontos da cidade e também torna mais segura a travessia sobre os trilhos do trem. O local convida as pessoas a sentarem nos bancos, relaxar, apreciar a paisagem, as plantas e flores espalhadas pela ponte. Durante a noite, para diminuir o consumo de energia elétrica, é utilizada a iluminação LED.


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05 de junho - Dia Mundial do Meio Ambiente

AJ CONSULTORIA IMOBILIÁRIA
AJUDANDO A FORMAR E PRESERVAR PATRIMÔNIOS
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sábado, 9 de maio de 2015

Goiânia ganha primeiro Parklet*

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O primeiro Parklet de Goiânia está instalado na Rua Mario Bittar, Qd. H-21, Lts. 08/28, no Setor Marista, e fica por lá até o dia 24 de junho. Planejado e construído pelo Stúdio Sobreurbana, o ambiente objetiva humanizar e democratizar o uso do espaço público. A meta da Prefeitura de Goiânia ao regulamentar a implantação dos Parklets, através do decreto de nº 791 em março deste ano, é também de criar áreas de convivência social e interação entre as pessoas em locais que até então eram utilizados como estacionamento de veículos. Modelo foi criado em São Francisco, Estados Unidos.

A regulamentação dos Parklets estabelece que esses ambientes, geridos pela iniciativa privada, tenham placas que atestem o caráter público e que informem sobre vedação à utilização exclusiva deles, inclusive pelo mantenedor do espaço de convivência. O poder público municipal também proíbe, de forma expressa, atividades comerciais dentro desses locais.

O primeiro Parklet da capital usa materiais que podem ser reutilizados, como por exemplo, o pallet e a madeira de reflorestamento. De acordo com a arquiteta responsável pela criação do projeto, Carol Faria, o Parklet “resgata espaço público e prioriza o pedestre, proporcionando mais opção de convívio social e lazer para os goianienses”.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Piscina Biológica*

Sustentaqui*

As piscinas biológicas ou ecológicas podem ser descritas como um sistema no qual não são utilizados cloro ou outros produtos químicos para o tratamento de sua água.

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De uma forma natural e sustentável, as plantas aquáticas substituem os filtros e químicos habitualmente associados à limpeza das piscinas convencionais. As plantas garantem a limpeza e a manutenção da própria piscina biológica, através da libertação de oxigênio que caracteriza o processo de fotossíntese.

Algumas das plantas aquáticas utilizadas para a filtragem da água são as Nenúfares ou Ninféias. Porém a espécie da planta depende do clima do local onde será feito o projeto. Sempre é aconselhável procurar um especialista.

A piscina natural é dividida em 2 áreas, uma para o banho propriamente dito e outra para a purificação biológica com as pedras e as plantas.

No esquema abaixo, um exemplo de detalhe da construção de uma piscina ecológica.
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Vantagens e desvantagens de uma piscina biológica.

Vantagens:
  • A vantagem principal em construir uma piscina ecológica ou biopiscina é a ausência de cloro. Não necessita de produtos químicos;
  • Tempo e custos de manutenção reduzidos;
  • Como a piscina biológica não requer equipamentos elétricos, não existem custos energéticos;
  • As piscinas biológicas ajudam a equilibrar o ecossistema, eliminando a presença de insetos indesejados;
  • Promoção da biodiversidade (fauna e flora);
  • Apesar do seu aspeto natural e da existência de plantas aquáticas, as piscinas biológicas não atraem mosquitos.
Desvantagens:
  • Custo inicial elevado. Somados todos os custos o valor de uma piscina ecológica fica em torno de 20% a mais que os modelos convencionais;
  • Pode haver a existência de animais anfíbios na zona das plantas aquáticas e que podem ocasionalmente surgir na zona de banhos.
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terça-feira, 23 de setembro de 2014

Parque Minhocão*


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Mudei de ideia. Antes eu queria explodir o Minhocão. Agora quero que seja um parque. Desde que feitas as devidas avaliações de impacto no trânsito, transformar o Minhocão num parque, trocando o cinza pelo verde, seria um extraordinário símbolo de uma cidade contra a degradação. Seria a troca da individualidade poluidora do carro pela convivência amena dos pedestres.

Pesquisa Datafolha mostra que apenas uma minoria ( 23%) dos paulistanos querem fazer no elevado um parque. O parque criaria num primeiro momento aborrecimentos, irritações e até desgaste ao poder público.

Governos responsáveis têm a obrigação de assumir posições corajosas. Muitos falaram contra as bicicletas e, hoje, são acolhidas como uma solução do futuro. Muitos também se incomodaram e se incomodam com os corredores de ônibus. Mas, aos poucos, vão aceitando a ideia de que o espaço deve ser reservado cada vez ao transporte público e aos ciclistas. Mas, com o tempo, seria orgulho de toda uma cidade.

Várias cidades do mundo tiveram a ousadia de transformar áreas feias, poluídas, barulhentas, criando aconchegantes pontos de encontro. E viraram cartões postais. É o que, em nossa visão, aconteceria se a desativação do Minhocão, prevista no Plano Diretor, sair do papel. Nossa cidade precisa pensar grande.

Se o Minhocão foi uma grande tragédia, criando uma cicatriz que não para de sangrar. O parque será uma grande solução.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Projeto cria casas sustentáveis de baixo custo em formato de cúpula*

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Na década de 1960, o arquiteto italiano Dante Bini desenvolveu um tipo de casa inovadora. Em formato de cúpula, o modelo prometia reduzir o tempo e o dinheiro gasto na construção. Agora, seu filho Nicoló Bini está utilizando essa ideia para propor um modelo alternativo de casas sustentáveis para população de baixa renda.

A casa foi projetada através de uma técnica batizada de Binishell, que consiste em inflar balões. Então, essas estruturas servem como moldes e, por cima delas, é adicionado concreto e outros materiais.

Nessas residências, são colocados sistemas que reduzem o consumo de energia em até 75% e a quantidade de materiais utilizados é bem menor em relação às tradicionais. Além disso, a estrutura é resistente a possíveis desastres naturais.

Nicoló também vê o projeto como uma alternativa de abrigo digno para refugiados.

Consumo de aparelhos em Stand By em um ano*

Computador
  •  Consumo = 310,0 Kw/h  
  •  Gasto = R$ 93,30 

DVD
  •  Consumo = 78,8 Kw/h 
  •  Gasto = R$ 10,50 

Monitor LCD
  •  Consumo = 22,8 Kw/h 
  •  Gasto = R$ 6,84 

Rádio
  •  Consumo = 13,01 Kw/h 
  •  Gasto = R$ 3,93 

Telefone Sem Fio
  •  Consumo = 28,9 Kw/h 
  •  Gasto = R$ 8,67 

TV de Plasma
  •  Consumo = 1.452,4 Kw/h 
  •  Gasto = R$ 435,72 

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Dicas para construir de maneira sustentável*


Ciclo Vivo*

Fazer moradias sustentáveis que gerem economia e durabilidade pode ser mais fácil do que parece. Para orientar as pessoas que vão construir ou reformar, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) lançou uma cartilha, cujo principal objetivo é difundir práticas de obras sustentáveis aos consumidores.

De forma bem didática, a publicação traz um mapa que mostra, em cada cômodo da casa, quais são as opções para execução de uma obra dentro dos conceitos de sustentabilidade. Além disso, o caderno aponta quais são as melhores disposições dos ambientes em uma residência para garantir o grau adequado de insolação e ventilação natural de cada lugar. Veja abaixo algumas dicas.

Elaboração do projeto:
  • Preserve as espécies nativas existentes no terreno, pois elas garantem a estabilidade do solo e refrescam o ambiente.
  • Opte pela iluminação natural. Além de proporcionar economia de energia, é muito mais agradável do que a iluminação artificial.
  • Dependendo do clima da região, utilize coberturas verdes. Esse tipo de cobertura proporciona melhoria do conforto térmico e ajuda na retenção de águas pluviais.
  • Evite materiais de construção prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente. Por exemplo, a pintura da casa pode ser feita com tintas à base de água, que proporcionam isolamento, proteção contra corrosão, resistência à ação da maresia e evitam bactérias, fungos e algas em regiões úmidas.
  • Ao usar madeira, priorize o uso da certificada, que garante que o produto foi extraído de forma correta e é proveniente de florestas com manejo adequado.
  • Nas áreas externas, valorize os elementos naturais no tratamento paisagístico e o uso de espécies nativas.
  • Utilize reciclados da construção e pavimentação permeável. Prefira o piso externo intertravado, feito de material prensado e que possui vida útil longa e baixo custo de manutenção.
Economia de água e energia:
  • Utilize iluminação de longa vida e baixo custo. Outra solução que ajuda a economizar energia elétrica é a instalação de um “dimmer”, dispositivo que regula a intensidade luminosa, e de sensores de presença nos ambientes.
  • Na hora de equipar a residência, fique atento ao comprar os eletrodomésticos. A dica é verificar a etiqueta PROCEL (Selo Procel Eletrobras de Economia de Energia), que indica o consumo energético dos aparelhos, e opte por aqueles mais eficientes.
  • Já para economizar água, reaproveite a água da chuva.
  • Construa cisternas para armazenagem e utilize a água para regar jardins, lavagem de pátios, entre outras finalidades.
  • Utilize também dispositivos economizadores de água: torneiras, bacias sanitárias e chuveiros com tecnologias que proporcionam a diminuição do consumo de água.
Descarte correto:
  • Durante a reforma ou construção, separe espaços, na residência, para separação adequada de resíduos.
  • Ao contratar a caçamba para entulhos, procure saber se a empresa descarta os resíduos corretamente.
  • Certifique-se que a obra esteja de acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, do MMA, que prevê a destinação correta do lixo, incentivando a reciclagem e a sustentabilidade. Segundo a cartilha, mais de 50% dos resíduos sólidos gerados pelo conjunto de atividades da sociedade são provenientes da construção.
De acordo com dados da publicação, uma casa ou prédio sustentável gera uma economia de aproximadamente 30% em sua manutenção, gasta menos água e energia elétrica e tem uma vida útil e acessibilidade muito maiores.

Outro aspecto positivo é que, atualmente, as moradias sustentáveis estão em alta no mercado imobiliário. Esses imóveis são, em média, de 10% a 30% mais valorizados. Reformas que tornem imóveis antigos mais eficientes também se beneficiam dessa valorização extra.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Moradora do Rio de Janeiro conquista selo por implantar energia solar em casa*

Eco D*

"Minha casa até virou referência em sustentabilidade
aqui no condomínio", comemora Isabelle.

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A moradora de uma casa no bairro Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro, é a terceira da capital fluminense a receber o Selo Solar por conta da instalação de um sistema fotovoltaico. A certificação do Instituto para o Desenvolvimento de Energias Alternativas na América Latina (Ideal) é um reconhecimento para proprietários de residências e empresas do país que adotam a eletricidade proveniente do sol.

O Selo foi conferido para a arquiteta Isabelle de Loys, que fez da própria casa um bom exemplo para os cursos e consultorias que realiza. Com o sistema de 2kW de potência (que opera desde junho de 2013), praticamente toda a energia consumida na casa vem da fonte fotovoltaica.

“Minha casa até virou referência em sustentabilidade aqui no condomínio e ainda valorizou uns 20%”, contou Isabelle à revista Isto É. A economia mensal chega perto dos 50%, isso apesar de sua residência abrigar uma sauna e um escritório.

A instalação mereceu o primeiro Selo Solar de 2014, terceiro do Rio de Janeiro. Já foram certificados, no ano passado, uma casa em Santa Teresa e uma em São Conrado. A lista coloca o Rio de Janeiro em segundo lugar na quantidade de selos no país, junto com a Bahia. A liderança está com Mato Grosso do Sul, que recebeu sete certificações em 2013.

O selo

O Selo Solar foi criado em 2012, como um reconhecimento para instituições públicas e privadas, além de proprietários de edificações que consomem um valor mínimo anual de eletricidade solar ou que têm pelo menos 50% do seu consumo de eletricidade vinda do sol.

A certificação é uma iniciativa do Instituto Ideal e da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), com o apoio da Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável por meio da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH e do Banco Alemão de Desenvolvimento (KfW).

Como instalar?

Aqui no Brasil a energia solar ainda é menos competitiva do que a eólica (oriunda dos ventos), por exemplo, devido a fatores como a falta de incentivos governamentais consistentes e ausência de fabricantes dos painéis fotovoltaicos, que convertem a energia do sol em eletricidade.

Como funciona hoje:
  1. O consumidor investe entre R$ 15 mil e R$ 20 mil para adquirir os painéis fotovoltaicos (comprados junto a empresas especializadas);
  2. Ele solicita um medidor digital da concessionária local (de seu estado) para produzir a própria energia, reduzindo os custos na conta de luz. Tais medidores custam entre R$ 200 e R$ 300;
  3. Uma vez instalado o medidor, a geração de energia passa a ser absorvida pela rede elétrica, em um sistema de compensação. A conta de luz vai indicar o quanto de eletricidade foi usado a partir da energia solar e a porção relacionada a fonte convencional (hidrelétrica). O excedente, que foi economizado, vira crédito para os meses seguintes;
  4. Hoje, todos os equipamentos para a produção de energia solar são importados.
  5. O retorno do investimento depende da incidência da insolação para atender ao domicílio e pode vir após três a oito anos.

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Posted by Ana Mônica Jaremenko - AJCI Corretora e Avaliadora Consultoria Imobiliária on Terça, 3 de novembro de 2015