AJCI | RSE - Campanhas Permanentes de Responsabilidade Socioambiental Empresarial

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quinta-feira, 15 de outubro de 2015

RSE - RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL EMPRESARIAL

Notícias, Dicas e Incentivo a Ações de Responsabilidade Socioambiental Empresarial
Publicação institucional, sempre afixada no topo.

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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Moradora do Rio de Janeiro conquista selo por implantar energia solar em casa*

Eco D*

"Minha casa até virou referência em sustentabilidade
aqui no condomínio", comemora Isabelle.

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A moradora de uma casa no bairro Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro, é a terceira da capital fluminense a receber o Selo Solar por conta da instalação de um sistema fotovoltaico. A certificação do Instituto para o Desenvolvimento de Energias Alternativas na América Latina (Ideal) é um reconhecimento para proprietários de residências e empresas do país que adotam a eletricidade proveniente do sol.

O Selo foi conferido para a arquiteta Isabelle de Loys, que fez da própria casa um bom exemplo para os cursos e consultorias que realiza. Com o sistema de 2kW de potência (que opera desde junho de 2013), praticamente toda a energia consumida na casa vem da fonte fotovoltaica.

“Minha casa até virou referência em sustentabilidade aqui no condomínio e ainda valorizou uns 20%”, contou Isabelle à revista Isto É. A economia mensal chega perto dos 50%, isso apesar de sua residência abrigar uma sauna e um escritório.

A instalação mereceu o primeiro Selo Solar de 2014, terceiro do Rio de Janeiro. Já foram certificados, no ano passado, uma casa em Santa Teresa e uma em São Conrado. A lista coloca o Rio de Janeiro em segundo lugar na quantidade de selos no país, junto com a Bahia. A liderança está com Mato Grosso do Sul, que recebeu sete certificações em 2013.

O selo

O Selo Solar foi criado em 2012, como um reconhecimento para instituições públicas e privadas, além de proprietários de edificações que consomem um valor mínimo anual de eletricidade solar ou que têm pelo menos 50% do seu consumo de eletricidade vinda do sol.

A certificação é uma iniciativa do Instituto Ideal e da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), com o apoio da Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável por meio da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH e do Banco Alemão de Desenvolvimento (KfW).

Como instalar?

Aqui no Brasil a energia solar ainda é menos competitiva do que a eólica (oriunda dos ventos), por exemplo, devido a fatores como a falta de incentivos governamentais consistentes e ausência de fabricantes dos painéis fotovoltaicos, que convertem a energia do sol em eletricidade.

Como funciona hoje:
  1. O consumidor investe entre R$ 15 mil e R$ 20 mil para adquirir os painéis fotovoltaicos (comprados junto a empresas especializadas);
  2. Ele solicita um medidor digital da concessionária local (de seu estado) para produzir a própria energia, reduzindo os custos na conta de luz. Tais medidores custam entre R$ 200 e R$ 300;
  3. Uma vez instalado o medidor, a geração de energia passa a ser absorvida pela rede elétrica, em um sistema de compensação. A conta de luz vai indicar o quanto de eletricidade foi usado a partir da energia solar e a porção relacionada a fonte convencional (hidrelétrica). O excedente, que foi economizado, vira crédito para os meses seguintes;
  4. Hoje, todos os equipamentos para a produção de energia solar são importados.
  5. O retorno do investimento depende da incidência da insolação para atender ao domicílio e pode vir após três a oito anos.

A Lei da Mobilidade Urbana*

Roberta Dias Sisson Santos*


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Em 2012 o Brasil aprovou a Lei da Mobilidade Urbana (Lei n° 12.587, de 03 de janeiro de 2012). Essa lei, que tramitou no congresso durante 17 anos, institui as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana, instrumento da política de desenvolvimento urbano que consta na Constituição Federal Brasileira. A finalidade é contribuir para o acesso universal à cidade, o fomento e a efetivação de condições que colaborem para a execução dos seus princípios, objetivos e diretrizes, através do planejamento e da gestão democrática do Sistema Nacional de Mobilidade Urbana. Para efeitos práticos da lei, mobilidade urbana é a condição em que se realizam os deslocamentos de pessoas e cargas no espaço urbano.

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Os princípios da Política Nacional de Mobilidade Urbana a serem considerados são: a acessibilidade universal; o desenvolvimento sustentável das cidades, nas dimensões socioeconômicas e ambientais; a equidade no acesso dos cidadãos ao transporte público coletivo; a eficiência, eficácia e efetividade na prestação dos serviços de transporte urbano; a gestão democrática e controle social do planejamento e avaliação da Política Nacional de Mobilidade Urbana; a segurança nos deslocamentos das pessoas; a justa distribuição dos benefícios e ônus decorrentes do uso dos diferentes modos e serviços; a equidade no uso do espaço público de circulação, vias e logradouros e a eficiência, eficácia e efetividade na circulação urbana.

As diretrizes que orientam a política são: a integração com a política de desenvolvimento urbano e as respectivas políticas setoriais de habitação, saneamento básico, planejamento e gestão do uso do solo no âmbito dos entes federativos; a prioridade dos modos de transportes não motorizados sobre os motorizados e dos serviços de transporte público coletivo sobre o transporte individual motorizado; a integração entre os modos e serviços de transporte urbano; a mitigação dos custos ambientais, sociais e econômicos dos deslocamentos de pessoas e cargas na cidade; o incentivo ao desenvolvimento científico-tencológico e ao uso de energias renováveis e menos poluentes; a priorização de projetos de transporte público coletivo estruturadores do território e indutores do desenvolvimento urbano integrado e a integração entre as cidades gêmeas localizadas na faixa de fronteira com outros países sobre a linha divisória internacional.

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Como objetivos mais importantes, temos a redução das desigualdades e a promoção da inclusão social; a promoção e o acesso aos serviços básicos e equipamentos sociais; a proporcionalização da melhoria nas condições urbanas da população no que se refere à acessibilidade e à mobilidade; a promoção do desenvolvimento sustentável com a mitigação dos custos ambientais e socioeconômicos dos deslocamentos de pessoas e cargas nas cidades e a consolidação da gestão democrática como instrumento e garantia da construção contínua do aprimoramento da mobilidade urbana.

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O trânsito das grandes cidades será o maior beneficiado, visto que a Lei estimula a ampla utilização dos transportes públicos e dos não-motorizados como bandeira para o progresso da mobilidade urbana. Em contrapartida, o desestímulo ao uso do automóvel particular, inclusive com restrições à sua circulação, deverá aparecer nos planos. Com transporte público urbano de qualidade, seria bom mesmo aposentarmos o carro com foco, inclusive, na diminuição da emissão de gases de efeito estufa.

Assim como muitas políticas urbanas, esta será mais uma lei participativa, já que é, segundo ela mesma, direito dos usuários (assim como dever dos próprios municípios) participarem do planejamento, da fiscalização e da avaliação da política local de mobilidade urbana, por meio de audiências e consultas públicas. Os municípios integrarão à sua Política Local de Mobilidade Urbana os Planos Plurianuais, as Leis de Diretrizes Orçamentárias, seu Plano Diretor, sua Política Habitacional, entre outras. Haverá, então, integração entre a Lei de Mobilidade Urbana e outras leis, numa clara relação de interdependência. As políticas públicas, mais do que nunca, deverão ser estudadas, pensadas, articuladas globalmente, para que sejam efetivas. O município, mais uma vez, ganha o highlight numa política desta magnitude.

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Inicialmente, como no Plano Diretor, a obrigatoriedade de aprovação de um Plano de Mobilidade Urbana é para os municípios com mais de 20.000 (vinte mil) habitantes e sua sistemática de avaliação, revisão e atualização periódica, no máximo, a cada 10 anos. Antes, apenas os municípios com mais de 500 mil habitantes tinham tal obrigatoriedade. Assim como nos planos Diretores, foi dado um prazo de três anos aos municípios, da vigência da 12.587, para a elaboração do Plano de Mobilidade Urbana, caso contrário o município fica impedido de receber recursos orçamentários federais destinados à mobilidade urbana até que atendam a exigência.

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Com tudo isto, vemos que a lei preocupou-se em ser de mobilidade urbana, ambiental, acessível, social. É o futuro... Mas não esqueçamos que 2015 bate à porta. O futuro é agora!

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Água Mineral - Reflexão

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Pra quem é muito jovem pra se lembrar, garrafinha d´água é uma invenção relativamente recente. No passado, se alguém chegasse pra você e dissesse que queria vender água engarrafada, você provavelmente ia achar a ideia maluca, tipo vender areia na praia. Isso até eles bolarem um plano pra fazer a gente acreditar que a gente precisava disso.

Assista o vídeo Story of Bottled Water (Português).



quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Câncer de Mama & Mamografia

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Arquiteto constrói casa contemporânea reutilizando materiais*

As fachadas são decoradas com placas de metal reaproveitadas. 
Foto 01, by Matthew Millman

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O arquiteto norte-americano David Bakers construiu uma casa usando materiais reaproveitados. Toda a estrutura foi pensada com o intuito de explorar formas avançadas de design sustentável, isso lhe rendeu o selo LEED Platina para residências.

Foto 02, by Matthew Millman

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A casa foi apelidada de Zero Cottage e construída em São Francisco, EUA. Além da certificação pela construção, Bakers espera que a residência também receba o selo que a qualifique como sendo passiva energeticamente. Pelo exterior já é possível perceber que esta é uma edificação bastante diferente dos padrões tradicionais.


Foto 03, by Matthew Millman

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As fachadas são decoradas com placas de metal reaproveitadas. Por serem velhas, muitas delas possuem diferentes cores e textura. Para o arquiteto, este é um toque especial, pois elas fazem barulho com o vento e ele considera este pequeno ruído encantador.


Foto 04, by Matthew Millman

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O telhado da Zero Cottage é destinado à jardinagem. O modelo escolhido por Baker é um conjunto de vasos feitos a partir de pneus de motocicletas reaproveitados. Também existe um espaço livre e o restante da área abriga placas solares, que auxiliam na produção energética da casa.


Foto 05, by Matthew Millman

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A construção combina o isolamento de espumas com janelas de vidro triplo. Além disso, existe um sistema de recuperação de calor pela ventilação, que elimina a necessidade dos sistemas tradicionais. Nos dias quentes o isolamento reduz a absorção de calor, mantendo o ambiente interno agradável.


Foto 06, by Matthew Millman

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A casa ainda conta com iluminação de LED, que é altamente eficiente, e foi estruturada para aproveitar a água das chuvas. Os pisos de madeira e boa parte da mobília utilizada na residência foram reaproveitados e tratados com óleo de linhaça, sem a utilização de compostos orgânicos voláteis.


Foto 07, by Matthew Millman

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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

"Quero acabar com a falta de água no mundo"*

Giselle Hirata*

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Imagine ter que andar vários quilômetros à procura de água para matar a sua sede. Agora, pense que essa é a realidade de milhões de pessoas no mundo, que não sabem nem o que é ter água limpa para poder tomar banho ou cozinhar, por exemplo. 

Mariah Smiley mora em San Antonio, no Texas (EUA), que é bem longe dos lugares onde faltam água. Mas, durante uma aula na escola, a garota descobriu que a cada 15 segundos uma criança morre por causa do problema no mundo: "Depois da aula, fui aprofundar a pesquisa. Vi imagens de seca e fiquei preocupada. Não sabia que existia essa crise", conta. 

Aos 14 anos, ela decidiu que tinha que tomar uma atitude, mas não sabia como poderia ajudar. O maior incentivo, até hoje, veio de sua mãe. "Ela me disse que, com apenas 1 dólar, eu conseguiria matar a sede de uma pessoa." Ou seja, qualquer esforço que Mariah fizesse já faria diferença na vida de alguém. Foi assim que veio a ideia de criar o projeto Drops of Love (Gotas de Amor, em português), que, em parceria com outras organizações, tinha o objetivo de arrecadar dinheiro para levar água potável aos países subdesenvolvidos. 

Mariah conseguiu ajuda de comércios locais e fez leilões com objetos doados para conseguir dinheiro para a sua causa. O Drops of Love ficou tão conhecido que, em 2012, se tornou uma organização não governamental. Até agora, a garota já conseguiu US$ 20 mil, que foram utilizados para a construção de três poços e bombas de água no país El Salvador.

A garota não só arrecadou o dinheiro como também ajudou a instalar o sistema e ensinou a população a usar a bomba de água. "Eu pude acompanhar o resultado do meu trabalho, sabe? Vi as crianças felizes, bebendo a água limpa e molhando a cabeça. Essa recompensa já foi o suficiente para mim", diz.

Para continuar com o seu trabalho, Mariah criou um site, em que, além de entender o intuito da organização, o visitante pode fazer uma doação ou comprar artesanatos de El Salvador. 

Entre os projetos futuros de Mariah, está terminar o quarto poço de El Salvador, lançar um livro, passar na Universidade do Texas e continuar na organização. "Quero ser advogada! Sei que terei de trabalhar muito para conseguir tudo isso, mas sempre haverá tempo de continuar lutando pelo direito de todos terem acesso à água limpa."

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Por Que Procurar Uma Moradia Sustentável?*

Imóveis Sustentáveis*

Casa Conteiner

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Os avanços tecnológicos constantes e cada vez maiores aumentam o consumismo nas sociedades a cada dia. Cada novidade que o mercado apresenta é uma tentação para nossos desejos de conforto, beleza e praticidade e acabamos muitas vezes consumindo artigos desnecessários apenas por compulsão ou curiosidade.

Essa postura consumista desenfreada e irresponsável vem sendo mantida há muito tempo e desde sempre gerando sérios impactos ambientais que hoje são sentidos com grande intensidade e começam a fazer consumidores mais preocupados com o meio ambiente.

Diariamente a causa pelo desenvolvimento sustentável ganha adeptos que entendem que o planeta onde vivemos está ameaçado por nossas próprias atitudes e que as próximas gerações podem não conhecer a vida como nós conhecemos se não mudarmos essa postura.

Mudar a postura anti ecológica é simples, conseguimos bons resultados com atitudes pequenas tomadas em casa como não acender as luzes sem necessidade, não desperdiçar água, não utilizar muitos produtos químicos para limpeza, porém existem atitudes maiores que podem ser tomadas e que dão um grande resultado.

Temos como um exemplo de maior prática de sustentabilidade o imóvel sustentável.

A moradia sustentável é aquela construída com materiais verdes, projetada de acordo com regras ecologicamente corretas, com sistemas de utilização opcional de água e energia como água da chuva e energias solar ou eólica.

Para se encontrar essas moradias sustentáveis, deve-se procurar construtoras que invistam em projetos de sustentabilidade e buscar arquitetos que tenham conhecimento sobre o assunto para fazer, caso o imóvel ainda vá ser construído, um projeto voltado para a sustentabilidade, tomando todos os cuidados necessários. Se a intenção for encontrar um imóvel sustentável já construído, deve-se fazer uma pesquisa por imobiliárias que trabalhem com sustentabilidade. Viva numa moradia sustentável e siga as regras de sustentabilidade para colaborar com nosso planeta e incentivar um mundo sustentável, ecologicamente equilibrado.


Eu Apoio as 10 Medidas Contra a Corrupção!

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Posted by Ana Mônica Jaremenko - AJCI Corretora e Avaliadora Consultoria Imobiliária on Terça, 3 de novembro de 2015