AJCI | RSE - Campanhas Permanentes de Responsabilidade Socioambiental Empresarial

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"Os mais altos céus pertencem ao Senhor, mas a terra, Ele a confiou ao homem." Salmos 115:16
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terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Adote essa ideia

Campanha de Combate ao Mosquito Aedes aegypti

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A cada ano que passa, o mosquito Aedes aegypti está cada vez mais resistente e mais perigoso, transmitindo doenças que antes nem havíamos ouvido falar sobre elas. E doenças que podem levar quem as contrair a óbito - Dengue, Zika, Chikungunya.

Torna-se cada vez mais urgente a conscientização para o combate ao mosquito. Dez minutos por semana é tão pouco e pode ser o tempo suficiente para erradicarmos o mosquito e as consequências letais de sua picada.

A campanha Adote essa ideia consiste de seguir um check list de procedimentos para o combate ao Aedes aegypti.

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O ciclo de vida do mosquito Aedes aegypti, do ovo até a fase adulta, leva de 7 a 10 dias. Se a verificação e eliminação dos criadouros forem realizadas uma vez por semana, poderemos interromper o ciclo.

Clique na imagem com o check list, imprima o cartaz, afixe-o em local onde todos tenham acesso. Incentive outros a adotarem essa ideia. Compartilhe essa informação. Juntos, podemos derrotar esse mosquito.

Zika, Chikungunya e Dengue - Sintomas

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sábado, 31 de outubro de 2015

As Faces das Drogas

Imagens do Antes e Depois de Usuários de Drogas

O vídeo abaixo, do site norte-americano Rehabs traz imagens do antes e depois de usuários de drogas para alertar sobre os efeitos devastadores do uso de entorpecentes. A página mostra imagens da drástica transformação de pessoas que ficaram viciadas em cocaína e heroína, como a mudança na pele, a subnutrição devido aos longos períodos sem comer e os dentes mal cuidados.
A questão principal não é a aparência externa, esta é só um reflexo das condições internas dos indivíduos que sofrem as consequências dos efeitos das drogas no organismo.

AJ Consultoria Imobiliária alerta para o perigo do consumo de drogas e está em permanente campanha de conscientização contra o uso e descriminalização das drogas.

Diga NÃO Às Drogas

Assista o vídeo de Rehabs.


quinta-feira, 15 de outubro de 2015

RSE - RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL EMPRESARIAL

Notícias, Dicas e Incentivo a Ações de Responsabilidade Socioambiental Empresarial
Publicação institucional, sempre afixada no topo.

Pense nisso antes de imprimir!

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Dengue mata! Mobilize sua família e seus vizinhos!

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Fique alerta aos sintomas da dengue

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Asfalto Borracha*

Por Autossustentavel*

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A adição de pó de borracha extraído de pneus velhos ao ligante asfáltico aumenta a durabilidade do pavimento em até 40% e começa a se popularizar entre as concessionárias de rodovias brasileiras.

O asfalto-borracha ou asfalto-ecológico pode até parecer uma novidade em pavimentação, mas não é. Usado nos Estados Unidos há mais de 40 anos, ele só começou a ser visto no Brasil por volta do ano 2000, depois que a patente que protegia a tecnologia venceu. Foi o start para que a adição do pó extraído de pneus usados ao ligante asfáltico se tornasse praticável. Os números são incertos, mas pesquisadores chegam a dizer que há atualmente mais de 8 mil km de estradas pavimentadas com asfalto-borracha no Brasil. O número é pequeno diante de uma malha asfáltica de 170 mil km, mas a popularização é crescente entre as grandes concessionárias de rodovias: 22% das estradas administradas pelo Grupo EcoRodovias já possuem pavimentação com asfalto-borracha (o equivalente a 1,5 mil km) e o grupo CCR, outro gigante do setor, possui pavimentação do tipo em 15% de suas rodovias.

O asfalto-borracha foi aplicado pela ECOVIAS em 30 km da Serra da via Anchieta (do km 10 ao km 40), A ECOVIAS foi a primeira concessionária de rodovias do mundo a obter o Certificado de Gestão Ambiental ISO 14001 e dispensa especial atenção às questões ambientais.

Na pavimentação de 1 km de rodovias com asfalto-borracha, a Ecovias reutiliza 600 pneus e o Univias, 1.000. Para isso é usado pó de borracha - extraído do pneu por empresas especializadas, que fazem com que o material se torne novamente útil como matéria-prima na indústria da borracha. Ao ser quimicamente adicionado ao cimento asfáltico de petróleo (CAP), o composto resultante dessa extração dá ao asfalto as características que pertenciam ao pneu, como a capacidade de não perder as características funcionais por causa da variação de temperatura ou intempéries, e as vantagens de aumentar a estabilidade e prolongar a vida útil do pavimento.

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Vantagens ambientais

Criado em 1960 pelo norte-americano Charles MacDonald, o asfalto-borracha cobre hoje aproximadamente 70% da malha rodoviária do Arizona. Também está presente nos Estados da Califórnia, Flórida e Texas. Fora dos Estados Unidos, a tecnologia pode ser vista na África do Sul e em Portugal, além do Brasil.

O uso de pneus descartados (que no Brasil chegam a 30 milhões por ano) na produção de asfalto leva a uma economia de:
  • Petróleo (R$ 14 milhões/1.000 km em asfaltos);
  • Pedras (R$ 26 milhões/1.000 km);
  • Energia (R$ 10 milhões/1.000 km em transporte);
  • Tempo de viagens (25 milhões veículos/ano);
  • Aterros sanitários (R$ 8 milhões/1.000 km).

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Novembro Azul 2015

CAMPANHA DE CONSCIENTIZAÇÃO E PREVENÇÃO DO CÂNCER DE PRÓSTATA*

Todo ano, durante o mês de  novembro , fazemos a campanha de conscientização e prevenção do Câncer de Próstata.

* Este Blog inicia esta campanha sempre em outubro, junto com a campanha  Outubro Rosa . Um cuidado para o ano todo, por toda a vida!

Câncer de Próstata - Saiba o que é e como prevenir:
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Outubro Rosa 2015

CAMPANHA DE CONSCIENTIZAÇÃO E PREVENÇÃO DO CÂNCER DE MAMA

 Outubro  chegou! E chegou todo  rosa . Todo ano, durante o mês de  outubro , fazemos a campanha de conscientização e prevenção do  Câncer de Mama . Um cuidado para o ano todo, por toda a vida!

Saiba como fazer o AUTOEXAME:
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domingo, 3 de maio de 2015

Morar perto de árvores reduz casos de depressão, diz estudo*

Ciclo Vivo*

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Pesquisadores do Instituto de Medicina da Universidade de Exeter, no Reino Unido, desenvolveram um estudo que relaciona a arborização com a saúde mental. Segundo os especialistas, quanto mais árvores, menos quadros de depressão são identificados.

O estudo “Paisagem e Urbanismo” foi publicado na revista científica Science Direct. Os dados analisados pelos pesquisadores foram coletados em Londres, no período de 2009 a 2010. Entre as informações consideradas estão a quantidade de árvores nas proximidades das casas dos pacientes e as informações médicas acerca da saúde mental de cada um. Além disso, variáveis como as condições sociais, tabagismo e idade também entraram nas análises.

Para a pesquisa foram usadas apenas as informações sobre a quantidade de árvores na rua, na proximidade das residências. Os parques e outros espaços públicos de lazer não foram validados. A proposta era avaliar o impacto que a natureza em meio urbano pode ter sobre as pessoas.

Ao cruzar as informações, os pesquisadores identificaram: 40 árvores por quilômetro quadrado, com uma prescrição de antidepressivos que varia de 358 a 578 a cada mil pessoas. Nos locais com maior densidade de árvores, as taxas de prescrição médica para remédios antidrepressivos foi menos.

De acordo com o estudo, para cada árvore adicional houve 1,38 menos prescrições para a população. Quando todas as variáveis foram consideradas, a redução foi um pouco menor, de 1,18.

Mesmo com números positivos, os pesquisadores não podem garantir que essa melhoria seja realmente causada pela quantidade de árvores. O que se estima é que locais com a paisagem mais verde estimulam as pessoas a praticarem mais atividades físicas, a interagirem com a comunidade, entre outras coisas que proporcionam maior saúde e bem-estar.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Piscina Biológica*

Sustentaqui*

As piscinas biológicas ou ecológicas podem ser descritas como um sistema no qual não são utilizados cloro ou outros produtos químicos para o tratamento de sua água.

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De uma forma natural e sustentável, as plantas aquáticas substituem os filtros e químicos habitualmente associados à limpeza das piscinas convencionais. As plantas garantem a limpeza e a manutenção da própria piscina biológica, através da libertação de oxigênio que caracteriza o processo de fotossíntese.

Algumas das plantas aquáticas utilizadas para a filtragem da água são as Nenúfares ou Ninféias. Porém a espécie da planta depende do clima do local onde será feito o projeto. Sempre é aconselhável procurar um especialista.

A piscina natural é dividida em 2 áreas, uma para o banho propriamente dito e outra para a purificação biológica com as pedras e as plantas.

No esquema abaixo, um exemplo de detalhe da construção de uma piscina ecológica.
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Vantagens e desvantagens de uma piscina biológica.

Vantagens:
  • A vantagem principal em construir uma piscina ecológica ou biopiscina é a ausência de cloro. Não necessita de produtos químicos;
  • Tempo e custos de manutenção reduzidos;
  • Como a piscina biológica não requer equipamentos elétricos, não existem custos energéticos;
  • As piscinas biológicas ajudam a equilibrar o ecossistema, eliminando a presença de insetos indesejados;
  • Promoção da biodiversidade (fauna e flora);
  • Apesar do seu aspeto natural e da existência de plantas aquáticas, as piscinas biológicas não atraem mosquitos.
Desvantagens:
  • Custo inicial elevado. Somados todos os custos o valor de uma piscina ecológica fica em torno de 20% a mais que os modelos convencionais;
  • Pode haver a existência de animais anfíbios na zona das plantas aquáticas e que podem ocasionalmente surgir na zona de banhos.
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sexta-feira, 26 de setembro de 2014

26 de setembro - Dia Nacional do Surdo



O vídeo abaixo é do Canal de Nilton Câmara no YouTube, gravado em 2008, muito esclarecedor sobre a vocação de Intérprete de LIBRAS.

Conheço, admiro e sigo a distância o trabalho de Nilton Câmara desde 2010. Através dele, minha homenagem neste dia.

No FacebookNilton Câmara postou uma mensagem em LIBRAS para este dia. Vale a pena conferir (link abaixo).

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Moradora do Rio de Janeiro conquista selo por implantar energia solar em casa*

Eco D*

"Minha casa até virou referência em sustentabilidade
aqui no condomínio", comemora Isabelle.

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A moradora de uma casa no bairro Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro, é a terceira da capital fluminense a receber o Selo Solar por conta da instalação de um sistema fotovoltaico. A certificação do Instituto para o Desenvolvimento de Energias Alternativas na América Latina (Ideal) é um reconhecimento para proprietários de residências e empresas do país que adotam a eletricidade proveniente do sol.

O Selo foi conferido para a arquiteta Isabelle de Loys, que fez da própria casa um bom exemplo para os cursos e consultorias que realiza. Com o sistema de 2kW de potência (que opera desde junho de 2013), praticamente toda a energia consumida na casa vem da fonte fotovoltaica.

“Minha casa até virou referência em sustentabilidade aqui no condomínio e ainda valorizou uns 20%”, contou Isabelle à revista Isto É. A economia mensal chega perto dos 50%, isso apesar de sua residência abrigar uma sauna e um escritório.

A instalação mereceu o primeiro Selo Solar de 2014, terceiro do Rio de Janeiro. Já foram certificados, no ano passado, uma casa em Santa Teresa e uma em São Conrado. A lista coloca o Rio de Janeiro em segundo lugar na quantidade de selos no país, junto com a Bahia. A liderança está com Mato Grosso do Sul, que recebeu sete certificações em 2013.

O selo

O Selo Solar foi criado em 2012, como um reconhecimento para instituições públicas e privadas, além de proprietários de edificações que consomem um valor mínimo anual de eletricidade solar ou que têm pelo menos 50% do seu consumo de eletricidade vinda do sol.

A certificação é uma iniciativa do Instituto Ideal e da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), com o apoio da Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável por meio da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH e do Banco Alemão de Desenvolvimento (KfW).

Como instalar?

Aqui no Brasil a energia solar ainda é menos competitiva do que a eólica (oriunda dos ventos), por exemplo, devido a fatores como a falta de incentivos governamentais consistentes e ausência de fabricantes dos painéis fotovoltaicos, que convertem a energia do sol em eletricidade.

Como funciona hoje:
  1. O consumidor investe entre R$ 15 mil e R$ 20 mil para adquirir os painéis fotovoltaicos (comprados junto a empresas especializadas);
  2. Ele solicita um medidor digital da concessionária local (de seu estado) para produzir a própria energia, reduzindo os custos na conta de luz. Tais medidores custam entre R$ 200 e R$ 300;
  3. Uma vez instalado o medidor, a geração de energia passa a ser absorvida pela rede elétrica, em um sistema de compensação. A conta de luz vai indicar o quanto de eletricidade foi usado a partir da energia solar e a porção relacionada a fonte convencional (hidrelétrica). O excedente, que foi economizado, vira crédito para os meses seguintes;
  4. Hoje, todos os equipamentos para a produção de energia solar são importados.
  5. O retorno do investimento depende da incidência da insolação para atender ao domicílio e pode vir após três a oito anos.

A Lei da Mobilidade Urbana*

Roberta Dias Sisson Santos*


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Em 2012 o Brasil aprovou a Lei da Mobilidade Urbana (Lei n° 12.587, de 03 de janeiro de 2012). Essa lei, que tramitou no congresso durante 17 anos, institui as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana, instrumento da política de desenvolvimento urbano que consta na Constituição Federal Brasileira. A finalidade é contribuir para o acesso universal à cidade, o fomento e a efetivação de condições que colaborem para a execução dos seus princípios, objetivos e diretrizes, através do planejamento e da gestão democrática do Sistema Nacional de Mobilidade Urbana. Para efeitos práticos da lei, mobilidade urbana é a condição em que se realizam os deslocamentos de pessoas e cargas no espaço urbano.

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Os princípios da Política Nacional de Mobilidade Urbana a serem considerados são: a acessibilidade universal; o desenvolvimento sustentável das cidades, nas dimensões socioeconômicas e ambientais; a equidade no acesso dos cidadãos ao transporte público coletivo; a eficiência, eficácia e efetividade na prestação dos serviços de transporte urbano; a gestão democrática e controle social do planejamento e avaliação da Política Nacional de Mobilidade Urbana; a segurança nos deslocamentos das pessoas; a justa distribuição dos benefícios e ônus decorrentes do uso dos diferentes modos e serviços; a equidade no uso do espaço público de circulação, vias e logradouros e a eficiência, eficácia e efetividade na circulação urbana.

As diretrizes que orientam a política são: a integração com a política de desenvolvimento urbano e as respectivas políticas setoriais de habitação, saneamento básico, planejamento e gestão do uso do solo no âmbito dos entes federativos; a prioridade dos modos de transportes não motorizados sobre os motorizados e dos serviços de transporte público coletivo sobre o transporte individual motorizado; a integração entre os modos e serviços de transporte urbano; a mitigação dos custos ambientais, sociais e econômicos dos deslocamentos de pessoas e cargas na cidade; o incentivo ao desenvolvimento científico-tencológico e ao uso de energias renováveis e menos poluentes; a priorização de projetos de transporte público coletivo estruturadores do território e indutores do desenvolvimento urbano integrado e a integração entre as cidades gêmeas localizadas na faixa de fronteira com outros países sobre a linha divisória internacional.

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Como objetivos mais importantes, temos a redução das desigualdades e a promoção da inclusão social; a promoção e o acesso aos serviços básicos e equipamentos sociais; a proporcionalização da melhoria nas condições urbanas da população no que se refere à acessibilidade e à mobilidade; a promoção do desenvolvimento sustentável com a mitigação dos custos ambientais e socioeconômicos dos deslocamentos de pessoas e cargas nas cidades e a consolidação da gestão democrática como instrumento e garantia da construção contínua do aprimoramento da mobilidade urbana.

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O trânsito das grandes cidades será o maior beneficiado, visto que a Lei estimula a ampla utilização dos transportes públicos e dos não-motorizados como bandeira para o progresso da mobilidade urbana. Em contrapartida, o desestímulo ao uso do automóvel particular, inclusive com restrições à sua circulação, deverá aparecer nos planos. Com transporte público urbano de qualidade, seria bom mesmo aposentarmos o carro com foco, inclusive, na diminuição da emissão de gases de efeito estufa.

Assim como muitas políticas urbanas, esta será mais uma lei participativa, já que é, segundo ela mesma, direito dos usuários (assim como dever dos próprios municípios) participarem do planejamento, da fiscalização e da avaliação da política local de mobilidade urbana, por meio de audiências e consultas públicas. Os municípios integrarão à sua Política Local de Mobilidade Urbana os Planos Plurianuais, as Leis de Diretrizes Orçamentárias, seu Plano Diretor, sua Política Habitacional, entre outras. Haverá, então, integração entre a Lei de Mobilidade Urbana e outras leis, numa clara relação de interdependência. As políticas públicas, mais do que nunca, deverão ser estudadas, pensadas, articuladas globalmente, para que sejam efetivas. O município, mais uma vez, ganha o highlight numa política desta magnitude.

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Inicialmente, como no Plano Diretor, a obrigatoriedade de aprovação de um Plano de Mobilidade Urbana é para os municípios com mais de 20.000 (vinte mil) habitantes e sua sistemática de avaliação, revisão e atualização periódica, no máximo, a cada 10 anos. Antes, apenas os municípios com mais de 500 mil habitantes tinham tal obrigatoriedade. Assim como nos planos Diretores, foi dado um prazo de três anos aos municípios, da vigência da 12.587, para a elaboração do Plano de Mobilidade Urbana, caso contrário o município fica impedido de receber recursos orçamentários federais destinados à mobilidade urbana até que atendam a exigência.

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Com tudo isto, vemos que a lei preocupou-se em ser de mobilidade urbana, ambiental, acessível, social. É o futuro... Mas não esqueçamos que 2015 bate à porta. O futuro é agora!

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Posted by Ana Mônica Jaremenko - AJCI Corretora e Avaliadora Consultoria Imobiliária on Terça, 3 de novembro de 2015